sábado, 30 de abril de 2011

Vida plena Guarulhos

Um tempo atras recebi essa reclamação da Sra. Ana Maria, mas como estava muito atarefada com as coisas no Belas artes II tive que dar uma brecada no blog, mas infelizmente as noticias não são muito agradáveis, o pior é que o povo pensa em seu próprio umbigo e só pensam em mudar, pegar as chaves e não se atentam que existe um mundo gigante fora da sua unidade, e neste caso é a área de lazer deles.

Uma dica muito legal e preciosa é que quando forem comprar seu apartamento, não pensem só na sua unidade autoônoma, mas sim no empreendimento todo.
1) o bloco está ok? os andares acima e abaixo estão legais? as áreas de lazer estão como comprei, iguais ao projeto? cadê a cópia do seu projeto? faça uma vistoria não somente na sua unidade, pois vc comprou o empreendimento em si e não só o apartamento, vc comprou u projeto, e não só o apartamento. E esquecendo desses detalhes você poderá complicar ainda mais o que já está enrolado.

Segue o descontentamento da Ana Maria.

Adquiri uma unidade do Vida Plena Guarulhos.
Tanto no site do vida plena http://www.projetovidaplena.com.br/, como no contrato que assinamos no momento da compra, esta previsto um bosque com trilha para caminhada, redário e mirante...Na implantação tais ítens ficariam na parte dos fundos do ímóvel...
Visitando pessoalmente o local constatei que nas laterais e nos fundos do imóvel não existe muro; o que existe é uma uma tela sustentada por alguns mourões e que na parte próxima à quadra esta definitivamente desabando em uma pirambeira de uns 30m de altura .
Para que a tela fique de pé; simplesmente escoraram os tais mourões com tirantes.
Esse fato coloca em risco as crianças que brincarem naquele local, porque podem pisar em um terreno sem sustentação desabando juntamente com o barranco.
Como o terreno e grande (21.000m2), da Av. Salgado Filho é possível observá-lo pelos fundos.
No dia 19Mar passando pelos fundos na Av. S. Filho observei o barranco pelo outro lado... na tentativa de conter o desmoronamento, foram colocados plásticos pretos no mesmo. Era possível se ver uma caixa de esgoto totalmente exposta, com os canos direcionados para baixo (que imagino seja para águas pluviais provenientes da quadra/ churrasqueira e estacionamento) que milagrosamente se agarrava no alto do tal barranco. Dia 26Mar passei pelo mesmo local, a tal caixa juntamente com os canos já haviam despencado barranco abaixo e apenas poucos plasticos heróicamente persistem ficar ainda no local.

Segue fotos do local






segue video do local



desde já grata

Overdose de reclamações.

O tempo passa ... e tempo voa ... e a TRISUL não aprende a tratar seus cliente.

Nós só queremos satisfações, saber o que está acontecendo, será que é pedir muito?

Mais uma vez eu questiono a todos vocês, TRISUL cadê os 30 anos de experiência? foraom parar onde?

E sabe o que é pior? Tem compradores que ainda vivem na fantasia que fizeram um bom negócio e acham que eu estou errada em denunciar as barabaridades que essa empresa faz na vida de milhares de pessoas. Destói sonhos, famílias, transforma pessoas lindas e cheias de vida em zumbis, amargas, não digo só por mim, mas por muitos que conheço e conheci antes e pós trisul.

Vejam só isso aqui.


Bom Dia!


Gostaria de registrar, a título de informar aos incautos e para agregar no futuro processo civel, as pessoas de bem, que assim como eu, imaginam que as Empresas Trisul e Schain Construtora sejam sérias e idôneas.

Eu e minha esposa adquirimos um apartamento em um lançamento imobiliário na cidade de Santos / SP; e com a certeza de entrega no prazo e pela suposta idoneidade das empresas citadas, financiamos mensalmente as parcelas do imóvel até a suposta entrega...que esta atrasada.

Qual minha surpresa, que após um ano de atraso, e solicitando a devolução do dinheiro já pago, não recebemos nenhuma resposta aos emails enviados a ambas empresas, solicitando as parcelas pagas, devidamente corrigidas e atualizadas. Não recebemos sequer um telefonemas destas empresas, ao menos informando ou questionando o por que da desistência...como se eles não soubessem.

Escrevo este email, para que as pessoas não adquiram empreendimentos destas empresas, seja aqui em Santos / SP ou em outro municipio qualquer do Brasil.

Trisul e Scahin Construtora, por favor, devolvam meu dinheiro e continuem sua história empresarial. Não desejo e não vejo o motivo de termos que resolver este assunto judicialmente.

No aguardo de vosso contato, já que acredito que através do Reclame aqui vocês respondam, pois aos diversos emails enviados, os senhores não responderam.

Obrigado


Marcelo Braz

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Adquiri uma Unidade no Residencial Vida Plena Santo André ainda na Planta, logo que foi lançado, em 2008, e que tinha a data prevista para entrega em Janeiro de 2010 (isso mesmo...JANEIRO DE 2010), porém, como vem acontecendo com os outros empreendimentos da Trisul/SA, este é mais um em atraso. E QUE ATRASO!!!. Ja fora utilizada a carência de 180 dias...e para não perder o negócio (o sonho da casa própria), tive que escutar da Crediserv (a empresa indicada pela TRISUL para cuidar da documentação do financiamento), que, ou eu assinasse o Aditivo de Prorrogação da entrega do Empreendimento (de 6 meses), ou eu teria que devolver a minha unidade por um valor "ridiculo" que eles me ofereceram...(o engraçado é que tinha um corretor até disposto a comprar a minha unidade)...

Uma coisa que acontece com este empreendimento é que este aditivo de prorrogação para entrega da obra ja venceu (31 de março de 2011)...e até o presente momento, NINGUEM...nem a TRISUL, nem a CREDISERV, entrou em contato comigo.

Eu, como cliente, me sinto completamente ofendido e [editado pelo Reclame Aqui], pois tive que adiar por 2 vezes o meu casamento...sem contar que estou morando "ainda" de aluguel...

POXA!!! MAIS DE UM ANO DE ATRASO!!!

Em frente ao Empreendimento possuia o Outdoor "MUDE EM MARÇO DE 2011". Hoje, nao mais...

Entro em contato com esta Contrutora IRRESPONSÁVEL e eles não me informam nada. Fico grande tempo em espera no telefone e quando sou atendido, recebo informações superficiais, duvidosas e divergentes de atendente para atendente. Uma hora eles falam que vão entregar a obra em maio. Outrora em Junho. Daqui a pouco chega a copa de 2014 e nao vou conseguir assistir os jogos em meu apartamento próprio.

Se eu não corresse atrás de tudo...ninguem iria me informar nada...

Trabalho na área de Telecomunicaçoes e tenho que viajar muito...e perdi dias de trabalho e tempo por obrigações que não eram minhas para se conseguir algo com eles...

Entreguei a minha documentaçao para um agente credenciado da Caixa Economica Federal de minha confiança para cuidar do financiamento da minha unidade e tive a grande surpresa: A CONSTRUTORA NÃO IRIA FORNECER AO AGENTE CREDENCIADO, NENHUMA INFORMAÇÃO DO EMPREENDIMENTO (como os básicos e necessários para o financiamento).

Acabei tendo que entregar no final de março toda a documentação á Crediserv para que sejam efetuados os procedimentos de financiamento, porém a mesma só enviou para o Banco Santander, no mês de Abril (com o detalhe de que demora na faixa de 30 a 40 dias para o banco informar se eu posso "ou não" financiar a minha unidade).

Uma pergunta importante sendo feita: E meu saldo devedor? A cada mês que passa (culpa do Atraso e da Incompetência deles) corre a correção monetária. Quem vai pagar por isso? EU?...com certeza brigarei muito para que não...

Durante a Obra, honrei com o pagamento em dia de todas as parcelas e olha que eu não tinha nenhuma carência para o atraso das mesmas...

ISSO É UM DESABAFO!!! NÃO AGUENTO E NAO QUERO MAIS ESPERAR...CANSEI DE SER FEITO DE PALHAÇO. ACREDITO QUE QUANDO RECEBER AS CHAVES DA MINHA UNIDADE, IREI, TAMBÉM, RECEBER O MEU NARIZ VERMELHO DE BRINDE...

Meu nome é Francisco, mais um com o nariz vermelho citado acima...

TRISUL...NUNCA MAIS...

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Estou a três dias esperando um retorno a respeito de informações que solicitei a Trisul a respeito de troca do meu apartamento, porém mesmo quando retorno a ligação não consigo ser atendido. Estou esperando informações a respeito da troca do apartamento, qual seria o custo, e como proceder, mas mesmo quando é do interesse da construtora, não consigo atendimento. http://www.reclameaqui.com.br/1260869/trisul-s-a/nao-consigo-atendimento-e-retorno-da-informacao-que-preciso/

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Comprei uma apto no emprendimeto Terraço Ipiranga, e depois de muito atraso e complicações que a contrutora vem causando, no dia 05/04/11 assinamos o contrato com o banco. Apesa de já ter pago a diferença com a constriutora e todas as taxa exigidas, não tive resposta de quando pegar as chaves.
O Srº Vitor, contatado varias vezes por email e por telefone, não responde o que esta acontecendo para a retirada das chaves e porque tanta demora, sem contar o descaso, quando é possivel ser atendida por telefone. Foi praticamente obrigada a contartar uma empresa facilitadora em documentação, a Conquist que tambem não dá a menor importancia, a Srª Carla não atende as ligações e nem retorna os recados deixados.Uma empresa empurrar para a outra e nada é resolvido. Pergunto o que terei que fazer para ser atendita e obter as chaves do apto? http://www.reclameaqui.com.br/1252599/trisul-s-a/retirada-da-chaves/

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Trisul tem prejuízo com baixa renda e tenta mudar negócio

Daniela D'Ambrosio e Ana Paula Ragazzi | De São Paulo
05/04/2011
Marco Antonio Mattar, diretor financeiro da empresa, que voltará a concentrar negócios no médio e no alto padrão
O mercado imobiliário assiste ao primeiro revés da baixa renda. A Trisul, empresa que atuava no segmento de médio e alto padrão e resolveu mudar o rumo para os imóveis populares há cerca de dois anos, está tentando consertar a rota antes que seja tarde demais. A empresa teve prejuízo de R$ 18 milhões no quarto trimestre e margem líquida negativa de 10% - único resultado com perdas em todo o setor.

O mercado imobiliário assiste ao primeiro revés da baixa renda. A Trisul, empresa que atuava no segmento de médio e alto padrão e resolveu mudar o rumo para os imóveis populares há cerca de dois anos, está tentando consertar a rota antes que seja tarde demais. A empresa teve prejuízo de R$ 18 milhões no quarto trimestre e margem líquida negativa de 10% – único resultado com perdas em todo o setor.

Mesmo tendo lançado 32% a mais em 2010 e vendido 30% acima de 2009, a Trisul fechou o ano com lucro de R$ 39 milhões, um recuo de 24% sobre o ano anterior – um dos únicos casos de queda de lucro no setor, ao lado da Cyrela. De outubro a dezembro, as margens (bruta, Ebitda e líquida) caíram mais de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2009. No ano, a companhia teve margem líquida de 5%, contra 9,2% em 2009. No setor de construção civil, margem líquida nesse nível é comparável apenas às das empresas que quebraram no auge da crise, como Klabin Segall e Abyara.

Procurada, a empresa não comentou os últimos resultados. No balanço anual divulgado na semana passada, informou que terá maior concentração nos segmentos médio e médio alto, “replicando nos empreendimentos futuros o sucesso obtido ao longo de 30 anos nesses nichos”. Também disse que irá acabar com alguns projetos ainda não lançados, que deixaram se ser atrativos, e substituir o banco de terrenos por não enquadramento no novo foco.

A decisão de mudar o perfil do banco de terrenos é uma das mais difíceis de ser tomada. O banco de terrenos é um espelho do futuro da companhia e do direcionamento estratégico que ela pretende seguir. No caso da Trisul, os terrenos têm potencial de gerar vendas de R$ 1,6 bilhão, o equivalente a 38 projetos, conforme balanço da companhia. São 16 projetos da marca Trisul Lar, até R$ 130 mil, sete da Trisul Life (de R$ 130 mil a R$ 200 mil) e mais 12 no médio e médio alto padrão, além de três na área comercial. Do total de estoque em terrenos, 55% estão no segmento econômico.

Em entrevista ao Valor, concedida antes da divulgação do balanço de 2010, Jorge Cury Neto, principal executivo da Trisul, afirmou que, após a abertura de capital, em outubro de 2007, a companhia passou a atuar mais no segmento econômico. Sempre focada em São Paulo, a empresa resultou da fusão da Tricury com a Incosul.

Chegou a um ponto, de acordo do com o executivo, que a empresa concentrou 75% dos negócios em baixa renda e 25% em alto e médio padrão, segmento que tradicionalmente era o principal. Segundo fontes do setor, a empresa mudou o foco principalmente após a concepção do programa Minha Casa, Minha Vida, em março de 2009.

No entanto, Cury Neto avalia que o segmento econômico ficou prejudicado por conta do descolamento dos preços dos insumos e da mão de obra. “Os custos subiram e ficamos limitados a preços mais baixos no ponto de venda, o que prejudicou as margens”, comentou. Dos 23 empreendimentos lançados no ano passado, 6 foram no programa Minha Casa, Minha Vida e 5, no segmento econômico, de R$ 130 mil a R$ 200 mil.

O presidente da Trisul afirmou ainda que a empresa fez lançamentos populares no segundo semestre de 2010, mas teria feito melhor se tivesse esperado pelo reajuste dos preços no âmbito do Minha Casa, Minha Vida, anunciado em janeiro deste ano. A maioria das companhias segurou os lançamentos para 2011, esperando o aumento do teto, que passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil.

“Concluímos que o melhor a ser feito seria voltar a atuar como em nossas origens, focando a alta e a média renda. Nossa intenção é que esse segmento volte a representar 75% de nosso negócio”, disse. Ele ressaltou, no entanto, que a empresa ainda possuía um grande banco de terrenos no segmento econômico e que precisaria ser utilizado. Em razão disso, por um ano ou dois, as margens da empresa ainda continuariam pressionadas.

A dívida da Trisul saiu de R$ 457 milhões em 2009 para R$ 1,098 bilhão em dezembro de 2010. A companhia fez quatro emissões de debêntures (em julho de 2008, dezembro de 2009, janeiro e maio de 2010) num total de R$ 560 milhões. “O resultado financeiro líquido de 2010 ficou negativo em R$ 20 milhões, decorrente do aumento das despesas financeiras com juros oriundos das captações de recursos via emissões de debêntures”, explicou a companhia.

No mercado, há tempo se fala de incorporadoras que foram para a baixa renda sem vocação ou histórico para atuar no setor. O segmento tem uma série de especificidades, exige um método construtivo mais industrializado, construção própria, canteiros grandes e, sobretudo, experiência em lidar com a Caixa. Um dos principais problemas de quem atua na baixa renda está na demora e na dificuldade no repasse dos clientes para a Caixa.

O aumento do preço dos terrenos e da mão de obra foi outro contratempo. No ano passado, várias construtoras que não tinham experiência nesse mercado e entraram quando essa era praticamente a única porta aberta para o cliente – logo após a crise – foram mais rápidas e passaram a vender terrenos ou se associar a empresa com mais tradição nessa área.

Marco Antonio Mattar, diretor de relações com investidores, afirma que a Trisul nunca se arrependeu de ter feito a abertura de capital. “A listagem permitiu acesso a uma nova estrutura de capital, que viabilizou a expansão.” Em números, ele descreve que, antes da oferta, a Trisul possuía valor geral de vendas de R$ 100 milhões. Em 2010, alcançou R$ 800 milhões.